Cidade de Petrópolis foi escolhida para o lançamento
dos programas socioambientais, com lançamento nesta sexta-feira, dia 20 de março, na Casa dos Conselhos, às 11h
Abertura do evento ganha apresentação da
Orquestra Caminho da Roça e Coral Vozes do Clima,
com 19 jovens que participam dos projetos de cultura e educação do Instituto Caminhos da Roça
Nesta sexta-feira, dia 20 de março de 2026, na Casa dos Conselhos, às 11 horas da manhã, o Projeto Morte Zero-MPRJ e o Parque de Inovação da PUC-Rio, apresentam ao Prefeito

de Petrópolis, Sr. Hingo Hammes, para implementação de três Programas na cidade. São eles: Juventude Climática, Saúde Mental e Desastres e, Design Urbano e Adaptação às Mudanças Climáticas. Com a parceria, a cidade de Petrópolis será o primeiro município da Região Metropolitana a receber os três Programas. A visão de futuro é expandir as iniciativas para os demais municípios suscetíveis a desastres socioambientais.
Para abrir o evento, apresentação da Orquestra Caminho da Roça e Coral Vozes do Clima, com 19 jovens que se apresentam sob a batuta do seu regente, Guilherme Mará, alunos dos projetos de cultura e educação do Instituto Caminho da Roça, sediado em Secretário, no distrito de Pedro do Rio.
Também estarão presentes para o lançamento dos Programas a Dra. Denise Tarin, Procuradora de Justiça MPRJ, criadora do Projeto Morte Zero-MPRJ e Coordenadora Institucional dos Programas, Ruth Mello, ESG e Indústria Criativa do Parque de Inovação da PUC-Rio e Coordenadora Técnica do Programa Juventude Climática, Maria Fernanda Lemos, Professora de Urbanismo do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio e Coordenadora Técnica do Programa Design Urbano e Adaptação às Mudanças Climáticas e Ariel Pontes, psicóloga, pesquisadora da UFRJ e Coordenadora Técnica do Programa Saúde Mental e Desastres.
Outros parceiros já estão alinhados com as diretrizes dos Programas, como: Casa de Inovação da PUC-Rio; AAA/PUC-Rio – Associação dos Antigos Alunos, 400 mil alunos egressos e mobilizados com expertises diversas; Passarim Comunicação & Sustentabilidade, comunicação assertiva, com dinâmicas nos territórios e gestão de eventos; Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio; ICR – Instituto Caminho da Roça; SerraTec; UNIFASE; e FioCruz.
Por uma cidade saudável, resiliente e sustentável. Foi com esse objetivo que no dia 14 de fevereiro de 2025 o Prefeito Hingo Hammes recebeu a Carta de Petrópolis na Casa dos Conselhos. O evento, promovido pelo Projeto Morte Zero-MPRJ e a SEAERJ – Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro, reuniu em diálogos públicos a sociedade civil, Academia e instituições públicas e privadas da cidade e do estado que contribuíram com o projeto Pensar Petrópolis, para a elaboração de relatórios. Temas prioritários foram identificados como um caminho para a implementação de ações socioambientais para o município, gerando assim, a Carta de Petrópolis.
SOBRE OS PROGRAMAS:
PROGRAMA JUVENTUDE CLIMÁTICA
Sob a coordenação técnica de Ruth Mello – Economista, ESG e Indústria Criativa do Parque de Inovação da PUC-Rio
O programa Juventude Climática é uma iniciativa estratégica que visa transformar a percepção sobre desastres socioambientais no Estado do Rio de Janeiro: de "fatalidades inevitáveis" para desafios de governança e justiça social. O Projeto Morte Zero do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), em parceria com o Parque de Inovação da PUC-Rio, o programa foca na democratização do saber e no protagonismo juvenil como motor de resiliência e inovação em territórios vulneráveis.
Com eixo inicial em Petrópolis, a utilização de medidas práticas nas tecnologias sociais já utilizadas pelo Projeto Morte Zero para a Região Metropolitana do RJ. Com jovens como multiplicadores de direitos e resiliência, o Programa busca pela cultura da prevenção e o intuito é formar lideranças jovens, com idade entre 14 a 25 anos, quando a ação se baseia na cocriação e na integração entre estudantes universitários da PUC-Rio e alunos de Ensino Fundamental II e Médio da rede pública de territórios afetados por desastres socioambientais.
Para fomentar o empreendedorismo e a inserção de jovens vulneráveis em "empregos verdes”, o Juventude Climática deseja implementar a inclusão produtiva, com capacitações presenciais, oficinas de imersão e jornadas territoriais para o desenvolvimento de soluções locais. Unir a produção de conhecimento, com pesquisas e soluções que possam gerar diagnósticos territoriais com tecnologias sociais de baixo custo e alto impacto, com o intuito de consolidar o modelo como uma política pública replicável e escalável.
PROGRAMA SAÚDE MENTAL E DESASTRES
Sob a coordenação técnica de Ariel Pontes, Psicóloga e pesquisadora da UFRJ
Atualmente, o cuidado com a saúde mental em desastres no Brasil é fragmentado, com o diagnóstico de uma crise de saúde mental invisível, caracterizada por transtornos como depressão, ansiedade generalizada e Estresse Pós-Traumático (TEPT), cujos sintomas podem surgir anos após uma tragédia com perda material e física.
O Saúde Mental e Desastres, do Projeto Morte Zero-MPRJ, com apoio da PUC-Rio, por meio do seu Parque de Inovação, visa criar um sistema de identificação e análise de dados para subsidiar políticas públicas eficazes. A implementação do programa começa em Petrópolis, inicialmente, na região do Alto da Serra, área fortemente impactada pelos desastres de 2022, quando propõe a identificação daqueles que apresentam sofrimento psíquico decorrente dos desastres socioambientais que, historicamente impactam a região, bem como apoiar para a implantação das rodas comunitárias terapêuticas e grupos terapêuticos, na temática desastre. A execução do projeto baseia-se na cooperação entre a Secretaria Municipal de Saúde, Ministério Público do Rio de Janeiro e Instituições de Ensino/Pesquisa e membros das comunidades.
Entre as metas específicas, destacamos identificar áreas de maior vulnerabilidade para otimizar recursos e integrar Saúde, Assistência Social (CRAS) e Educação (Programa Saúde na Escola). Além de conectar os dados coletados à Rede de Atenção Psicossocial para garantir tratamento contínuo e disseminar materiais informativos para capacitar as comunidades a lidar com o trauma a partir do enfrentamento de histórico de desastres que causam danos materiais e marcas psicológicas profundas nas pessoas.
DESIGN URBANO E ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Sob a coordenação técnica de Maria Fernanda Lemos, professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio; coordenadora de capítulo do grupo 2 do IPCC-ONU (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas)
Ao longo da História as pessoas sempre evitaram o risco, enquanto estratégia de sobrevivência. No cenário das mudanças climáticas, um novo desafio surge: incluir as pessoas no debate acerca das medidas de prevenção aos desastres socioambientais, com a participação e a aplicação do conhecimento tradicional – na busca de caminhos e soluções que impliquem ações comunitárias conscientes e disruptivas e que resultem no aperfeiçoamento da governança climática.
O Programa Design Urbano e Adaptação às Mudanças Climáticas se une ao poder público, à Academia, ao setor produtivo, às comunidades e à sociedade civil petropolitana para juntos, em um processo de cocriação desenvolverem as metodologias e estratégias que permitam s combinações necessárias para o morar digno e seguro, em Petrópolis, uma vez que as medidas de adaptação devem ser apropriadas pelas próprias comunidades locais, como meio de participarem da condução dos seus próprios destinos.
Acredita-se que o Programa fará emergir a capacidade coletiva dos atores locais, com o intuito de transformar a cidade em um laboratório do pensamento, da técnica e dos valores necessários a garantir o acesso equitativo à moradia digna e segura e, assim, construir o desenho de uma "Petrópolis que se sonha,” como um espaço seguro, funcional, sustentável, acessível e agradável para se viver.
SERVIÇO:
Lançamento e apresentação ao Prefeito Hingo Hammes dos Programas Juventude Climática, Saúde Mental e Desastres e, Design Urbano e Adaptação às Mudanças Climáticas - Parceria do Projeto Morte Zero-MPRJ com o Parque de Inovação da PUC-Rio
Data: 20 de março de 2026 (sexta-feira)
Horário: 11h às 12h
Abertura: Orquestra Caminho da Roça e Coral Vozes do Clima
Local: Casa dos Conselhos | Av. Koeler, 260 | Centro – Petrópolis
Evento gratuito, sujeito a lotação.
Sobre o projeto Morte Zero-MPRJ – www.projetomortezero.com.br:
Atualmente, as estruturas políticas e técnicas nas suas relações com os desastres socioambientais se movimentam com base no modelo da “convivência com o risco”. A construção de uma nova ordem é o que propõe o projeto Morte Zero, fortalecendo a cidadania e consequentemente o território, a partir da compreensão do risco.
O projeto Morte Zero foi inicialmente desenvolvido pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, na cidade de Petrópolis, no ano de 2002. A iniciativa visa integrar os diversos segmentos das comunidades nos processos decisórios e nas dinâmicas participativas e deliberativas, fomentar o diálogo público, de forma aberta, transparente e democrática. Com esse enfoque, a concepção do projeto é coletiva e colaborativa, fincada na cooperação, na solidariedade e na integração dos diversos atores sociais orientados pelas causas sócio-históricas produtoras dos desastres e a busca da melhor solução.
O projeto Morte Zero se assenta na premissa que a atuação do Ministério Público não deve ser restringir, tão somente, à sua atuação judicial. Suas ações se fundam na parceria com as comunidades afetadas pelos desastres e no propósito de sensibilizar o poder público municipal e estadual a implantarem medidas preventivas, em razão do histórico de desastres e mortes nos municípios territorialmente fragilizados e suscetíveis a deslizamentos e inundações.
Sobre o Parque de Inovação da PUC-Rio:
O Parque de Inovação da PUC-Rio está apoiado na visão de futuro em que a universidade atua como verdadeiro catalisador de sinergias no território onde está localizada, conectando atores da Hélice Quíntupla (governo, academia, empresas, sociedade civil e meio ambiente) para gerar impacto social, econômico e sustentável.
A localização conjunta de negócios no território induz a criação de parcerias, empreendedorismo e transferência de conhecimento. Através da articulação territorial, o Parque de inovação da PUC-Rio promove a inovação aberta, o desenvolvimento de soluções inteligentes e a prosperidade compartilhada, na forma de Legado.
A Casa de Inovação integra sua infraestrutura relacional, como um polo de vanguarda tecnológica, sendo articulada pela Coordenação Central de Parcerias e Inovação (CCPIN), subordinada à Vice-Reitoria de Desenvolvimento e Inovação (VRDI) da PUC-Rio.
Mais informações para a imprensa:
Passarim Comunicação & Sustentabilidade | @passarim.comunicacao www.passarimcomunicacao.com
Silvana Cardoso do Espirito Santo
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